Sucesso de loja virtual também depende de pesquisa - Clipping Folha de S.Paulo

19/02/2018
Diretor de comunicação da camara-e.net, Gerson Rolim, concede entrevista ao jornal e fala sobre nichos de mercado.

Planejamento, pesquisa e investimento são determinantes na hora de abrir qualquer negócio, e com o comércio digital não é diferente.

O primeiro passo é definir o segmento de atuação. Categorias com produtos caros, como eletrodomésticos, devem ser evitadas, ensina Gerson Rolim, diretor de comunicação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

"Os melhores preços serão oferecidos pelas empresas maiores, que compram em grandes quantidades, não há como competir", afirma. "Investir em produtos com tíquete médio, mas grande volume de vendas, como vestuário e perfumaria, é melhor para o pequeno empresário."

O cientista da computação Bruno Ballardie, 34, apostou no comércio eletrônico de óculos e lentes depois de perceber o crescimento mundial das vendas on-line desses produtos. Em 2011, abriu a eÓtica, que comercializa mais de 3.000 itens de 65 marcas.

Ballardie investiu R$ 500 mil para começar o negócio com um sócio. As mercadorias são compradas de fornecedores e revendidas no site. De 2016 para 2017, o crescimento foi de 40%, diz ele. Do início até agora, a empresa fez cerca de 500 mil entregas.

"A principal vantagem da loja on-line em relação à física é que, para aumentar o faturamento, não é preciso abrir outra unidade. Se eu aumentar minha estrutura em 10%, dobro a receita."

Como não é preciso ter estoque, os custos são reduzidos e as operações, mais eficientes, explica Gabriel Lima, presidente da Enext, empresa de consultoria especializada em comércio digital. O lucro vem da comissão cobrada pela venda dos itens.

Já para produtores de mercadorias, em especial iniciantes, a presença em sites de vendas é uma maneira de angariar clientes e engrenar no on-line sem muito esforço.

PLATAFORMA CRIATIVA
Foi para facilitar a vida de quem quer vender no meio digital que o engenheiro de produção Vinícius Andrade, 29, lançou a Vesteer. "Atacamos os problemas que a pessoas têm quando começam um e-commerce, como frete alto e falta de mão de obra", diz.

A plataforma, criada em 2016, permite ao usuário criar camisetas, canecas, bolsas e outros itens com a estampa que quiser (desde que não seja protegida por direitos autorais). O preço é escolhido pelo próprio artista, mas há custos de operação mínimos para cada um.

A Vesteer se encarrega da parte operacional, da produção da mercadoria à entrega. Só não cuida da publicidade (mas disponibiliza link para o vendedor divulgar o item, que fica hospedado no site). O investimento inicial foi de R$ 20 mil. Em dois anos, fizeram mais de 200 mil vendas e faturaram R$ 1,5 milhão.

Investir na especialização dos funcionários, em mecanismos de segurança e em boa comunicação com o cliente são outras orientações de especialistas para quem quer entrar no ramo.

Fonte: Folha de S.Paulo


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